Ficção Científica – Entenda melhor

agosto 14, 2017


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Ficção científica!

Se você se considera um nerd, CDF, um geek ou apenas é viciado/apaixonado em tecnologia com certeza já conhece e ama esse gênero!

Mais para começo de conversa, do que se trata este gênero também conhecido com sci-fi?

Hoje vamos falar sobre esse tema que é tão conhecido por muitos, porém ainda existe uma imensa gama de pessoas que ainda são leigas se tratando de Ficção científica. Então resolvemos trazer uma prevê explicação – no entanto bem instrutiva – sobre esse tema e algumas das principais obras.

Então espero que gostem!

 

Por dentro da história da Ficção científica

Esse gênero abrande temas com conceitos de ficção/imaginação, com relação ao futuro, tecnologia e ciência. Foi desenvolvida nos meados do século XIX, e é abreviada como SF, FC, sci-fi ou scifi, e é conhecida também como “Literatura das ideias”.

Os livros de ficção científica são livros que trazem temas como: a ciência e a humanidade. Os impactos e consequências que a ciência pode trazer para o nosso mundo e convivência.

E também pode abranger: Alienígenas, viagens espaciais, viagem no tempo, robôs, exploração de outros planetas, e também de planetas fictícios – não existentes em nossa galáxia. Leituras estas que podem abrir grandes questões para os leitores. Abrir um mundo repleto de imaginações, questionamentos, consciência, e outros.

A obra na ficção científica que foi considerada o ponta pé inicial foi “Frankenstein, ou o Moderno Prometeu” escrita por Mary Shelley em 1817. E que conta a história de um cientista que tenta recriar a vida baseado em estudos de alquimistas que o antecederam. Mary é considerada a mãe da Ficção científica.

Obviamente existem varias outras obras onde é narrado civilizações que usam tecnologias que mais seriam inventadas como submarinos, aviões, entre outras coisas. Que acabam não se encaixando no gênero de ficção científica, obras estas escritas por Edgar Allan Poe, Horace Walpolle, e a obra Nova Atlântida de Francis Bacon escrita em 1926.

Após Mary Shelley, surgiram Júlio Verne (1828-1905) que traz em suas obras viagens á lua, ao centro da Terra e ao fundo dos oceanos. E logo após veio H. G. Wells (1866-1946), com viagens no tempo, homens invisíveis, e invasões extraterrenas.

Classificações da ficção científica

Isaac Asimov publicou um estudo em que classificava a história da ficção científica em três períodos:

  • Era Clássica – até 1926;
  • Era Gernsback – 1926 a 1938;
  • Terceira era – 1938  até os dias atuais.

No entanto esta classificação não se restringe apenas aos períodos literarios mais abrange também as revistas especializadas que surgiram a partir da Era Gernsback e as adaptações para tv e cinema que surgiram na Terceira era.

Porém há outras classificações bem diferentes da história da Ficção científica:

  • Era Clássica – 1818 a 1938;
  • Era Dourada – 1938 a 1960;
  • New Wave – 1960 a 1980;
  • Fase Cyberpunk – 1980 ate os dias atuais.

Algumas das principais obras

Trilogia Fundação de Isaac Asimov

Obra máxima do escritor Isaac Asimov, os três livros que compõem a — Trilogia da Fundação ‘Fundação’, ‘Fundação e Império’ e ‘Segunda Fundação’ —, foram eleitos, em 1966, a melhor série de ficção científica e fantasia de todos os tempos, superando concorrentes de peso como O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien.

A trilogia conta a história da humanidade, em um ponto distante no futuro, no qual o visionário cientista Hari Seldon prevê a destruição total do império humano e de todo o conhecimento acumulado por milênios. Incapaz de impedir a tragédia, ele arquiteta um plano ousado, no qual é possível reconstruir a glória dos homens.

Se tudo correr como planejado. Esta edição é inédita no Brasil, pois além da nova tradução, traz as modificações feitas pelo autor nos anos 1980, quando decidiu integrar todas as suas obras em uma única continuidade temporal. Este box contém os livros: ‘Fundação’, ‘Fundação e Império’ ‘Segunda Fundação’.

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A Máquina do Tempo de H.G. Wells

A Máquina do Tempo é o primeiro romance de H.G. Wells. Depois de vários rascunhos e versões, foi finalmente publicado em 1895, quando o autor tinha apenas 29 anos.

O livro teve sucesso instantâneo no Reino Unido, e sua fama logo se espalhou por outros países. Chamado de ‘homem de gênio’, considerado um pioneiro, Wells abriu caminho não só para seus livros e sua visão de mundo, mas para novas possibilidades temáticas na literatura. A Máquina do Tempo é o primeiro romance de H.G. Wells. Depois de vários rascunhos e versões, foi finalmente publicado em 1895.

O livro teve sucesso instantâneo no Reino Unido, e sua fama logo se espalhou por outros países. Chamado de ‘homem de gênio’, considerado um pioneiro, Wells abriu caminho não só para seus livros e sua visão de mundo, mas para novas possibilidades temáticas na literatura.

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A Guerra dos Mundos

Eles vieram do espaço. Eles vieram de Marte. Com tripés biomecânicos gigantes, querem conquistar a Terra e manter os humanos como escravos. Nenhuma tecnologia terrestre parece ser capaz de conter a expansão do terror pelo planeta.

É o começo da guerra mais importante da história. Como a humanidade poderá resistir à investida de um potencial bélico tão superior? Publicado pela primeira vez em 1898, A guerra dos mundos aterrorizou e divertiu muitas gerações de leitores.

Esta edição especial contém as ilustrações originais criadas em 1906 por Henrique Alvim Corrêa, brasileiro radicado na Bélgica.

Conta também com um prefácio escrito por Braulio Tavares, uma introdução de Brian Aldiss, membro da H. G. Wells Society, e uma entrevista com H. G. Wells e o famoso cineasta Orson Welles — responsável pelo sucesso radiofônico de A guerra dos mundos em 1938 —, que fazem desta a edição definitiva para fãs de Wells.

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Eu, Robô de Isaac Asimov

Sensíveis, divertidos e instigantes, os contos de Eu, robô são um marco na história da ficção científica, seja pela introdução das célebres Leis da Robótica, pelos personagens inesquecíveis ou por seu olhar completamente novo a respeito das máquinas.

Vivam eles na Terra ou no espaço sideral; sejam domésticos ou especializados, submissos ou rebeldes, meramente mecânicos ou humanizados, os robôs de Asimov conquistaram a cabeça e a alma de gerações de escritores, cineastas e cientistas, sendo até hoje fonte de inspiração de tudo o que lemos e assistimos sobre essas criaturas mecânicas.

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2001. Uma Odisseia no espaço de Arthur C. Clarke

No alvorecer da humanidade, a fome e os predadores já ameaçavam de extinção a incipiente espécie humana. Até que a chegada de um objeto impossível, além da compreensão das mentes limitadas do homem pré-histórico, prenunciasse o caminho da evolução.

Milhões de anos depois, a descoberta de um enigmático monolito soterrado na Lua deixa os cientistas perplexos. Para investigar esse mistério, a Terra envia para o espaço uma nave tripulada por uma equipe altamente treinada, assistida por um computador autoconsciente.

Do passado distante ao ano de 2001, da África a Júpiter, dos homens-macacos à inteligência artificial HAL 9000, penetre a visão de um futuro que poderia ter sido. Uma sofisticada alegoria sobre a história do mundo idealizada pela mente brilhante de Arthur C. Clarke e imortalizada nas telas do cinema por Stanley Kubrick.

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1984 de George Orwell

Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado. Onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho.

Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro.

O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que “só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade: só o poder pelo poder, poder puro”.

Algumas das ideias centrais do livro dão muito o que pensar até hoje, como a contraditória Novafala imposta pelo Partido para renomear as coisas, as instituições e o próprio mundo, manipulando ao infinito a realidade.

Afinal, quem não conhece hoje em dia “ministérios da defesa” dedicados a promover ataques bélicos a outros países, da mesma forma que, no livro de Orwell, o “Ministério do Amor” é o local onde Winston será submetido às mais bárbaras torturas nas mãos de seu suposto amigo O’Brien.

Muitos leram 1984 como uma crítica devastadora aos belicosos totalitarismos nazifascistas da Europa, de cujos terríveis crimes o mundo ainda tentava se recuperar quando o livro veio a lume.

Nos Estados Unidos, foi visto como uma fantasia de horror quase cômico voltada contra o comunismo da hoje extinta União Soviética. Então sob o comando de Stálin e seu Partido único e inquestionável. No entanto, superando todas as conjunturas históricas – e até mesmo a data futurista do título .

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Neuromancer de William Gibson

O Céu sobre o porto tinha cor de televisão num canal fora do ar. Considerada a obra precursora do movimento cyberpunk e um clássico da ficção científica moderna, Neuromancer conta a história de Case, um cowboy do ciberespaço e hacker da Matrix.

Como punição por tentar enganar os patrões, seu sistema nervoso foi contaminado por uma toxina que o impede de entrar no mundo virtual. Agora, ele vaga pelos subúrbios de Tóquio, cometendo pequenos crimes para sobreviver, e acaba se envolvendo em uma jornada que mudará para sempre o mundo e a percepção da realidade.

Evoluindo de Blade Runner e antecipando Matrix, Neuromancer é o romance de estreia de William Gibson. Esta obra distópica, publicada em 1984, antevê, de modo muito preciso, vários aspectos fundamentais da sociedade atual e de sua relação com a tecnologia.

Foi o primeiro livro a ganhar a chamada “tríplice coroa da ficção científica”: os prestigiados prêmios Hugo, Nebula e Philip K. Dick.

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O Planeta dos macacos de Pierre Boulle

Em pouco tempo, os desbravadores do espaço descobrem a terrível verdade: nesse mundo, seus pares humanos não passam de bestas selvagens a serviço da espécie dominante… os macacos.

Desde as primeiras páginas até o surpreendente final – ainda mais impactante que a famosa cena final do filme de 1968 –. O planeta dos macacos é um romance de tirar o fôlego, temperado com boa dose de sátira.

Nele, Boulle revisita algumas das questões mais antigas da humanidade: O que define o homem? O que nos diferencia dos animais? Quem são os verdadeiros inimigos de nossa espécie? Publicado pela primeira vez em 1963, O planeta dos macacos, de Pierre Boulle, inspirou uma das mais bem-sucedidas franquias da história do cinema, tendo início no clássico de 1968, estrelado por Charlton Heston, passando por diversas sequências e chegando às adaptações cinematográficas mais recentes.

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